Protesto mobilizará em todo o País por
crescimento e geração de emprego

5/7/2018 - quinta-feira

A Força Sindical e outras seis Centrais realizarão mais uma mobilização nacional pela retomada do desenvolvimento e defesa dos empregos. Será o Dia Nacional de Protestos e Paralisações, que foi aprovado dia 6 de junho no lançamento da Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora. O documento contém 22 propostas para tirar o País da crise.

Força, CUT, UGT, Nova Central, CTB, CSB e Intersindical se reuniram quarta (4) na sede do Dieese, em São Paulo, para definir detalhes da organização do protesto, em 10 de agosto.

“O desemprego é alarmante. É um problema social gravíssimo provocado pela crise, pela falta de medidas econômicas e de políticas públicas, que está jogando milhares de famílias nas ruas”, afirma Miguel Torres, presidente da Força Sindical.

Na reunião, o Dieese apresentou alguns números da situação: 13 milhões de desempregados; 32% dos desempregados são jovens, com idade entre 18 e 24 anos; 52% dos desempregados são mulheres; 25 milhões são subocupados.

De acordo com os dirigentes das Centrais, as entidades não estão discutindo somente reivindicações da classe trabalhadora e do movimento sindical, mas de toda a sociedade.

A pauta de mobilização das Centrais Sindicais também envolve a defesa dos direitos trabalhistas e sociais, da aposentadoria, de salário digno.

A próxima reunião de organização será dia 11.


Dirigentes das Centrais Sindicais reunidos na sede do Dieese

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