Sindicato dos Trabalhadores em Serviços de Carro-Forte, Guarda, Transporte de Valores, Escolta Armada e seus Anexos e Afins do Estado de São Paulo

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DELEGADO DA PF APONTA AVANÇOS NO ESTATUTO DO VIGILANTE

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No dia 14 último, dirigentes da nossa categoria no Estado de São Paulo e também companheiros do Paraná reuniram-se em Seminário para discutir o Estatuto do Vigilante, sua abrangência, avanços na profissionalização e melhorias no mercado de trabalho, como também na qualidade dos serviços vendidos pelas empresas do setor ou por aquelas que possuem segurança própria (orgânica). A exposição sobre o tema foi feita pelo dr. Cristiano Jomar Costa Campidelli, delegado da Polícia Federal.

O dr. Cristiano se mostra otimista. Ele considera o Estatuto uma ferramenta essencial no combate à vigilância clandestina, seja praticada por profissionais não habilitados, seja por empresas sem as credenciais legais e econômicas para atuar no mercado.

Pelo nosso Sindicato participaram do Seminário os diretores Lúcio Claudio de Souza Lima, Miguel Mauro e José de Souza Lima. O Seminário foi promovido pela nossa Federação – Fetravesp, presidida pelo companheiro Pedro Francisco Araújo (Pedrinho).

Empregos – Para o dr. Cristiano Campidelli, o endurecimento das normas de combate à ilegalidade é um fator gerador de empregos. Ele explica: “Calculamos que o Brasil poderá chegar à marca de 1 milhão de trabalhadores no setor, devidamente legalizados, empregados em empresas idôneas, sejam as especializadas em segurança privada, sejam as que possuem segurança orgânica”.

O Delegado da PF explicou que o Estatuto é rigoroso quanto ao trabalho ilegal. Diz o dr. Cristiano: “Empresas ilegais serão combatidas, inclusive por meio de multas pesadas. E o contratante que insistir em tomar serviços de empresas irregulares também será punido. A multa pode chegar a R$ 90 mil”.

Garantia – De acordo com explicações do dr. Cristiano Campidelli, “o Estatuto do Vigilante exige das empresas um fundo que garanta o cumprimento de suas obrigações junto a seus empregados ou a contratação de um seguro para essa finalidade”. Ele acredita que esse dispositivo evitará calotes de empresas que perdem o posto, somem do mapa e não pagam os direitos trabalhistas.

Vídeo – Clique aqui e assista à entrevista concedida pelo dr. Cristiano.