Advogada explica nova aposentadoria especial do vigilante

163

A reforma previdenciária, em vigor desde novembro de 2019, mudou diversas regras para a obtenção da aposentadoria especial.

A advogada Karen Jardim Pietroski, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Segurança Privada (Contrasp), explica como fica a aposentadoria do vigilante que não completou 25 anos de atividade antes da reforma.

Neste caso, segundo a dra. Karen, o vigilante se enquadra nas regras de transição e deve obter uma pontuação mínima. “Temos percebido que na maioria dos casos não vale a pena esperar pela aposentadoria especial, por conta da modalidade de cálculo que se inicia em 60% da remuneração salarial e não 100%, como era antigamente”, ela afirma.

“Já a aposentadoria pelo tempo normal permite ao vigilante continuar trabalhando na função. Enquanto a aposentadoria especial não. Por isso, procure o Sindicato a fim calcular o tempo e saber qual é a melhor opção para obtenção do benefício”, orienta a dra. Karen.

Dúvidas – Se você é associado, procure nosso Departamento Jurídico. Ligue na sede em SP (11) 3105.2486 ou nas subsedes: Campinas (19) 3236.8562; Bauru (14) 3234.2752; São José do Rio Preto (17) 3234.2130; Santos (13) 3232.1364; Presidente Prudente (18) 3221.3766; Ribeirão Preto (16) 3610.5960.

Assista ao vídeo e confira as dicas da advogada: