Avança luta legislativa por adicional de risco de 30%

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A Confederação Nacional dos Vigilantes informa: relator do Projeto de Lei que inclui vigilante entre as categorias com direito ao risco de vida apresenta parecer à Comissão do Trabalho da Câmara dos Deputados. O relator do PL 1033/2003, deputado João Campos (PSDB-GO), apresentou parecer dia 4 de maio ao plenário da Comissão.

O PL 1033, da hoje senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), redefine os critérios para caracterização de uma profissão como atividade de risco. De acordo com o texto, toda a atividade que “por sua natureza ou métodos de trabalho, implique risco acentuado”, em virtude de contato permanente com agentes físicos, roubos ou outras espécies de violência física, se enquadra no critério para caracterização de uma profissão com atividade de risco.

Ou seja, a proposta claramente inclui os vigilantes como categoria sujeita a risco de vida. O relatório de João Campos será agora votado pelo plenário da Comissão.

Violência – Um exemplo do risco a que estão expostos os vigilantes é que o ataque a carros-fortes não acontece apenas nos locais mais ricos e urbanizados do País, como aqui em São Paulo, onde o SindForte já conquistou o adicional de 30% para os companheiros do transporte de valores.

Veja: um veículo saiu da cidade de Redenção em direção ao município de Santana do Araguaia, no Estado do Pará, foi assaltado dia 5, quando trafegava pela rodovia BR-158. Seis homens armados com fuzis atiraram contra o carro-forte e renderam os vigilantes. Nossa luta é para que o adicional de risco passe a valer em todo o País.

Mais informações na CNTV. Telefone (61) 3321.6143.