Banco de horas é ilegal na Protege e em qualquer outra empresa da base

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O Sindicato flagrou a prática de banco de horas na Protege – Base Oeste da Capital. Flagrou, denunciou e a empresa se comprometeu a acabar com a ilegalidade.

Mas isso não basta. A Protege terá de pagar aos trabalhadores as horas extras realizadas e enfiadas no banco de horas pela chefete da tesouraria, que foi quem implantou a ilegalidade. Portanto é indispensável a vigilância do trabalhador, para assegurar que a empresa cumpra com o que ficou acertado. E caso isso não ocorra, informe o Sindicato.

Atenção: tanto na Convenção Coletiva da Escolta Armada quanto na Convenção do Transporte de Valores é totalmente proibida a prática de banco de horas. As empresas sabem disso e os chefetes também não podem alegar desconhecimento.

Denuncie – Toda e qualquer prática de banco de horas, por ser ilegal é lesiva aos companheiros. Por isso o SindForte exige em toda negociação coletiva que a proibição ao banco de horas conste da Convenção Coletiva. Assim, o trabalhador fica protegido contra esse abuso em toda a nossa base. Defenda seus direitos e cuide do seu bolso. E conte com o apoio do Sindicato, na sede e nas subsedes!

E-mail da denúncia: joaopassos@sindforte.org.br