Paralisação garante direitos na Transbank

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Os trabalhadores da base Leopoldina da Transbank (Zona Oeste da Capital) cruzaram os braços, dia 11 de março, em protesto contra o desrespeito à hora de almoço, demissão de funcionários e prática da jornada 7×1, que não é permitida em nosso setor. A mobilização deu resultado, graças à união trabalhador-Sindicato.

O SindForte deu integral apoio aos companheiros, com os diretores Alexsander Gomes da Silva (Titanic) e Damião Luiz da Silva (De Luiz) assumindo a linha de frente da luta iniciada pelos companheiros.

Eles ajudaram na organização do movimento, coordenando as ações na porta da empresa até o encerramento da paralisação.

A diretoria e o Departamento Jurídico do Sindicato também atuaram com firmeza, buscando uma solução negociada. Na tarde do dia 12, a diretoria da nossa entidade, junto com a Comissão de Trabalhadores da Transbank e o Jurídico, reuniu-se com representantes da empresa na sede e negociou o acordo aprovado pelos colegas.

Vitória – Com essas duas frentes de ação – a luta de todos na empresa e a negociação no Sindicato – chegarmos a uma solução negociada, fazendo valer o direito dos companheiros.

Ações na escolta armada

O Sindicato continua marcando pressão sobre as empresas que descumprem a Convenção Coletiva de Trabalho e geram prejuízos a seus trabalhadores. Veja:

Torre Forte – A empresa foi chamada na subsede de Guarulhos, dia 19 de janeiro, às 10 horas, para esclarecer várias denúncias. Ficou acertado que a jornada 5×5, usada no final do ano, não se repetirá. A empresa também ficou de comprovar que está regular com o pagamento de salário, depósito do FGTS, fornecimento de vale-transporte, vale-refeição e uniforme, apresentando os documentos até o final de março.

NS Segurança – Foi convocada na sede, dia 28 de janeiro, às 15h10, por denúncias de atraso no salário, não pagar hora extra corretamente e não fazer depósito do FGTS. A NS se comprometeu a regularizar o pagamento, além de apresentar documentos comprovando o pagamento de horas extras e depósitos do FGTS O Sindicato também exige que a NS cumpra a Convenção, oferecendo convênio médico.

O presidente João Passos estimula a luta contra injustiças. Ele afirma: “O trabalhador não deve aceitar calado. Se tem coisa errada, os companheiros devem se unir procurar o Sindicato que, juntos, vamos exigir respeito”.