Presidente defende protestos nas mãos de Centrais e Sindicatos

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Nosso Sindicato apoiou o Dia Nacional de Protestos contra as reformas que cortam direitos, quarta, 15 de março. Nesta data, centenas de milhares de brasileiros repudiaram as reformas da Previdência e trabalhista propostas pelo governo Temer. Houve paralisações de ônibus e metrô, de professores, Servidores da Saúde e atos em fábricas, bancos, lojas e locais públicos, como praças, ruas e avenidas.

“Tudo isso é legítimo. Dou nota 10 pra quem protestou e mandou um recado ao governo e aos partidos, mostrando que a população está atenta e não aceita corte em direitos”, afirma nosso presidente João Passos. Mas sem politicagem. Ele alerta: “Não acho certo um movimento dessa importância ser apropriado por partidos, até porque, atualmente, todos são farinha podre do mesmo saco”. O correto, e que terá integral apoio da classe trabalhadora, é a luta ser conduzida pelas Centrais e Sindicatos.

Para nosso presidente, a pressão da base trabalhadora precisa continuar. Essa pressão, de baixo pra cima, é que pode fazer o Congresso Nacional ouvir mais o sindicalismo e dialogar sobre os projetos em andamento. “Não somos contra reformas. Mas sem politicagem e sem querer enfiar mudanças goela abaixo”, conclui João Passos.